O método Pilates foi originado na década de 20 e recebeu o nome de seu criador, o alemão Joseph Hubertus Pilates.
Portador de limitações físicas, tornou-se um esportista e dedicou-se ao estudo da anatomia e fisiologia humana e, com base nos princípios das artes marciais, ioga, fisiculturismo e pedagogia da dança, desenvolveu a técnica.
Seu método, no entanto, foi amplamente difundido pelos profissionais da saúde, em especial fisioterapeutas e educadores físicos, somente à partir de 1990.
Pilates é um método de condicionamento físico que promove saúde e bem-estar, além de ser utilizado na reabilitação musculoesquelética.
O objetivo é melhorar a postura, flexibilidade e equilíbrio através do fortalecimento e alongamento da musculatura global. Os exercícios se iniciam com o enfoque no ?centro de força?, que corresponde à musculatura profunda do abdome, músculos do assoalho pélvico, coluna e região glútea.
Somente por meio desse ?centro de força? é possível promover a ligação da mente com o corpo, proporcionando qualidade e harmonia dos movimentos.
Os exercícios podem ser realizados no solo e em aparelhos especificamente desenvolvidos por seu criador, que, com molas e polias, permitem ajustar a resistência durante todo o trabalho muscular.
O Pilates pode ser praticado por pessoas de todas as idades, dos 7 aos 100 anos.
Não há contra indicações absolutas para praticar o Pilates, mesmo que o indivíduo seja portador de alguma doença que apresente incapacidades funcionais à aula.
Todo movimento é realizado respeitando os limites do indivíduo, em relação, à flexibilidade e força. Em casos de gestantes, a prática do Pilates só pode ser feita com liberação do médico.
O ideal é realizar os exercícios pelo menos duas ou três vezes por semana, mas a frequência é adaptada dependendo da rotina e limitações de cada pessoa.
O método Pilates tornou-se um dos meios de atividade física que mais aumenta o número de adeptos, por promover melhora da qualidade de vida através da interação entre corpo, mente e espírito.