A explosão da obesidade pelo mundo, apesar de não poupar continentes, gêneros, faixa etária e classe social, é mais preocupante em países de baixa renda, como o Brasil. Alimentos mais baratos e de fácil consumo, costumam ser o que cabe nos orçamentos.
Estudos demonstram uma relação direta entre uma dieta rica em alimentos ultraprocessados, com altas taxas de açúcar, sódio e gordura, e doenças crônicas.
Há uma bomba armada prestes a explodir a qualquer momento, envolvendo problemas cardiovasculares, diabetes, câncer e desordens articulares.
A simples e eficaz fórmula de comer menos e aumentar a perda através de atividades físicas, já não é suficiente para reverter esse descontrole.
Recente publicação do jornal científico “The Lancet” comprovou um aumento significativo da obesidade, em torno de 10 pontos percentuais, nos últimos 20 anos entre homens e mulheres, além de preocupante inclusão de crianças nesse grupo. Como tentar reverter esse processo:
• Alimentação rica em frutas, verduras e legumes, além de fontes de fibra;
• Evite alimentos ultraprocessados (biscoitos, sorvetes, bolo, cereais matinais; barras de cereais; sopas, macarrão “instantâneo”; salgadinhos “de pacote”, refrigerantes, achocolatados, bebidas lácteas adoçadas, bebidas energéticas, caldos com sabor carne, frango ou de legumes e maionese);
• Pratique alguma atividade física, mesmo que moderada por 30 minutos, 3 vezes por semana;
• Reduza o stress praticando ioga e meditação;
• Durma um sono de qualidade, por pelo menos 8 horas, por noite;
• Limite o uso de telas e o tempo sentado;
• Faça acompanhamento periódico com profissionais de saúde.