Sabidamente o álcool faz mal à saúde, causando diversas doenças. Então, o que o vinho, que é uma bebida alcoólica, tem de diferente?
Uma das bebidas mais antigas do mundo, tem sido associada a efeitos benéficos à saúde, devido a presença de componentes fenólicos (polifenóis) dentre os quais destacam-se os flavonóides e os estilbenos, sendo o trans resveratrol o maisestudado antioxidante, que esta presente na casca da uva tinta.
O resveratrol atua, principalmente, evitando a formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos, prevenindo assim, doenças cardiovasculares como infarto e AVC, além de atuar também como vasodilatador, favorecendo a redução da pressão arterial.
Já os polifenóis, em especial os flavonoides encontrados na uva, contribuem para acelerar o metabolismo, o que ajuda no controle do peso. Os mesmos componentes atuam na prevenção de doenças neurodegenerativas, como a demência.
Há ainda, boas evidências de que atua reduzindo o enfraquecimento dos ossos e a osteoporose, em mulheres na menopausa e até um melhor equilíbrio da flora intestinal e seus consequentes benefícios.
Pois bem, agora é só escolher o rótulo com a maior combinação de características benéficas para a sua saúde:
- Vinho tinto seco
- Vinho com pouco açúcar residual
- Vinhos com baixa graduação alcoólica (menos de 13%)
- Uvas Tannat, Merlot ou Cabernet Sauvignon
Apesar de todas as evidências de benefícios à saúde, o consumo de vinho tinto seco deve ser moderado, ou seja, no máximo uma taça de vinho tinto ao dia para mulheres e duas taças para os homens, sempre junto à uma refeição.
Uma avaliação médica é importante pois, portadores de algumas alterações no organismo (doenças do fígado e estômago, por exemplo), podem ter contraindicação de seu consumo.