Nos Estados Unidos, pacientes com alguma doença, fazem uso de alguma alternativa na esperança de melhorar seu estado de saúde, diminuir sintomas ou ajudar na possibilidade de cura. Se isso resulta em algum benefício ou em algum prejuízo para o paciente é uma questão controversa, existem defensores e críticos.
Alguns médicos são totalmente céticos com relação a qualquer alternativa que não sejam os medicamentos e que somente com evidências científicas comprovadas é possível ter segurança no tratamento de qualquer enfermidade.
Outros acreditam em alternativas que podem ser uma simples conversa, beber mais líquidos, fazer uso de um chá, fazer alguma terapia oriental, melhorar a dieta, fazer alguma atividade física e etc.
Certamente o melhor é a junção de ambos, quando necessários.
Conhecer a vida do paciente, entender o ambiente onde está inserido, sua estrutura familiar, se os sinais e sintomas apresentados ou mesmo se o diagnostico alterou os planos futuros, saber do estado emocional que a doença está eventualmente provocando, faz parte do atendimento médico ideal. O ser humano é muito mais complexo do que as páginas da internet fazem crer.
No Brasil, apesar da ausência habitual de estatísticas, não deve ser diferente. Frequentemente nos deparamos com pacientes que possuem muitas informações sobre suas queixas ou doença, obtidas através da web.
A busca por informações sobre sinais e sintomas de doenças ou mesmo por patologias em sites na internet ou no ?Dr. Google?, pelo paciente, é muito interessante, mas elas devem ser tratadas com cuidado.
A informação encontrada na internet muitas vezes é equivocada, postada sem preocupação com a verdade ou com algum interesse comercial não declarado. Quando um paciente recebe diversas informações e faz uso delas por conta própria, sem comentar ou ouvir seu o médico, assume os riscos das consequências. Não deixe as informações obtidas da internet interferirem no relacionamento com seu médico de confiança.
Ao utilizar esta importante ferramenta, que já está inserida em nossas vidas, procure os ?sites? das especialidades médicas ou de profissionais de reconhecida capacidade, também disponíveis na web. Evite ?sites? de perguntas e respostas, pois não são confiáveis, uma vez que qualquer pessoa pode inserir informações.